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7 dicas infalíveis (mesmo!) para ter sucesso profissional

Ninguém contesta o fato de que trabalhar na área que escolheu é a realização profissional número 1. No entanto a urgência financeira conduz a maioria à exercer funções às quais não se identificam e o trabalho acaba se transformando em um pesado fardo ano após ano. Um simples emprego que cubra as necessidades imediatas pode servir no entanto de ponte para objetivos maiores e custear cursos e livros. Um emprego enfadonho será menos pesado se tiver em mente que a situação é transitória. Que algo melhor virá se medidas calculadas puderem ser tomadas. E embora o mercado de trabalho esteja saturado em muitas profissões, com disciplina e perseverança alcança-se destaque no meio da multidão. Em qualquer profissão. Vamos à elas:

 

Paixão – Tenha paixão pelo que faz e uma boa maneira de saber se isso existe, é imaginar-se ganhando sozinho 50 milhões de reais na Mega Sena. Será que continuaria exercendo a sua profissão? Se você respondeu sim, continue lendo. Esse post foi escrito para quem tem garra e desprendimento.

 

Trabalhe com dedicação e empenho – Dê o melhor de si. Isso é muito importante, pois nada vem fácil para ninguém. Afinal se você gosta do que faz, isso vai ser tarefa fácil de cumprir.

 

Busque ser o melhor – Sem arrogância ou superioridade, mas no sentido de estar informado, estudando muito, atualizando-se e fazendo cursos. Abra mão do chopp da sexta feira que você vem freqüentando há 10 anos com as mesmas pessoas e acorde cedo no sábado para fazer aquele curso de idiomas ou especialização adiado há tempos.

 

Foco – Tudo o que você fizer deve ser direcionado ao que deseja. Se recebeu um dinheiro extra invista em livros, cursos, congressos ou guarde o dinheiro no banco. Roupas novas ou viagens estão adiadas por algum tempo.

 

Empenho – Eu adoro essa palavra. E aproveito para colocar alguns sinônimos que encontrei. Interesse, diligência, esforço, ardor…Supere o cansaço físico e mental.

 

Preste sempre um ótimo serviço – Não importa se você trabalha como balconista em lanchonete ou estagiário em uma multinacional. Lembre-se que sempre existe alguém olhando e você pode estar perto de uma boa oportunidade. Trabalhe bem e faça disso um hábito. Todo mundo tem dificuldades ou problemas em casa. Aprenda a separar o drama pessoal da vida profissional. Se não conseguir procure um terapeuta.

 

Persistência – Sim, persista. Sempre. Apesar das críticas, dos fracassos (e serão muitos!), da rejeição dos amigos (quando você estiver se destacando) que dirão que “você sumiu” ou que “você mudou muito!”. Obviamente se não tivesse mudado tudo estaria mediocremente igual. Persista apesar dos idiotas de plantão que sempre irão encontrar um defeito no seu trabalho porque não suportam a idéia de dar um passo à frente e continuam anos à fio fazendo as mesmas coisas e do mesmo jeito.

E quando bater o desânimo e o cansaço (sim, isso também vai acontecer. Você é humano!) volte à esse post. Leia tudo com atenção redobrada, diminua a ansiedade, esqueça o imediatismo e compreenda que tudo é conquistado dia após dia.

 

Promessas e armadilhas do ano novo

Promessas e armadilhas do ano novoConsiderando que se passaram 3 semanas no mês de janeiro, não me parece prematuro perguntar: Já começou a colocar em prática as resoluções do ano novo? Se ainda não começou você está entre os 85%  que, por algum motivo, não consegue dar o primeiro passo. Mas o que será que desmotiva tantas pessoas? Porque as promessas não saem do papel ano após ano?

“Eu não consigo”

A falta de reconhecimento na realização da promessa é o principal motivo. É perfeita e desejada há muito tempo, mas também carrega uma impossibilidade cruel em ser alcançada. Não há razoabilidade no objetivo estabelecido por uma meta impossível. Sabe-se de antemão que não irá conseguir. Típica armadilha neurótica para alcançar o fracasso.

“Não tenho tempo”

O grande vilão no cumprimento das resoluções do ano novo. Alguns se apóiam nisso como verdade inflexível. A quantidade de horas é a mesma para todo ser humano, claro. No entanto, o que deve ser sustentada é a correta administração do tempo. Todo excesso deve ser cortado. Excesso de internet, televisão e até academia. Eu disse excesso. Não disse abstinência de lazer. A elaboração do tempo é comparável ao próximo item.

“Vou parar de fumar (perder 20 kgs, falar inglês, poupar para comprar um carro…) em 3 meses”

Todo projeto demanda tempo, paciência e muita perseverança, sobretudo para continuar após as recaídas no caminho. Há pessoas que decidem por várias metas no mesmo prazo. Não é necessário dizer no que isso vai resultar. Todo mundo já sabe que, infalivelmente, vai fracassar.

“Vou fazer isso por ele”

Pode ser por ela, pela própria mãe ou por quem quer que seja, está sendo feito pelo motivo errado. Fazer algo para obter atenção, amor ou aprovação de alguém o coloca em uma situação de conflito interno trazendo infelicidade e falta de sentimento de realização. Talvez no futuro o preço da (in) felicidade seja cobrado àquela pessoa.

“Não é minha culpa”

Falta de responsabilidade pelo próprio fracasso. Não adianta culpar o marido que não pára de pedir, os filhos que não sossegam ou os pais que fazem pressão o dia todo. Culpa e responsabilidade se confundem. Separadas funcionam da seguinte forma: Quando o objetivo é alcançado, o mérito e a responsabilidade são seus. Quando você fracassa, a culpa é dos outros. Sei…

Caso você não tenha uma lista de resoluções para o ano que inicia, não precisa esperar dezembro para começar uma. Definir objetivos claros estabelecendo prazos razoáveis deve ser uma prática constante. Afirmações do tipo “esse ano eu vou mudar” ou “dessa vez, vai” são promessas inconsistentes e não levam à lugar algum. Seja específico e mantenha contato permanente com seu objetivo. Para isso é o ano novo. O tempo é uma sucessão de oportunidades para que tudo se renove. A melhor explicação para isso foi dada por Camões quando diz que “jamais haverá ano novo, se continuar a copiar os erros dos anos velhos.”

Um feliz ano.

Engolindo sapo

Um dos problemas mais comuns para quem tem maus hábitos está no fato de, na maioria das vezes, não saber como aquele tipo de comportamento se originou.Algumas vezes ao desenvolver um padrão, na verdade se age por conseqüência do meio em que se vive, um reflexo do comportamento predominante do ambiente, como um contágio. E deve-se estar atento à isso.

Mantenho determinados hábitos diários e procuro otimizar minhas tarefas para que meu tempo seja melhor aproveitado em coisas que realmente aprecio… Portanto vou aos mesmos lugares e isso inclui o supermercado em que faço minhas compras.Confesso que essa é uma daquelas tarefas que preferia não fazer, mas como não tenho alternativa, vou a uma loja silenciosa onde o ar condicionado funciona bem e, principalmente, sem aquelas pessoas gritando no microfone as últimas promoções. Mas um detalhe sempre me intrigou. A maioria dos funcionários tem o semblante sério, aquele jeito de “poucos amigos” e sempre havia um reclamando do salário, da carga horária, do chefe da seção ou de alguma doença e isso infelizmente chegava aos meus ouvidos. Um dia não me contive e perguntei: “Porque os funcionários daqui reclamam tanto?” Temerosa da reação da funcionária me surpreendi quando ouvi a resposta, em tom arrastado, acompanhada de um sorriso forçado. “Porque aqui o cliente tem sempre razão. O funcionário não vale nada. A gente engole sapo de todo o mundo.”

“O cliente tem sempre razão” adquire um tom de verdade absoluta que atrapalha o sono de muita gente. Caixas, vendedores, comissárias de bordo, operadores de telemarketing, segmentos que trabalham diretamente com o público ou ambientes corporativos onde se disputam o quinhão de um mercado altamente competitivo, se vêem as voltas com um intenso e desumano desgaste psicológico e físico.Empregos altamente estressantes e, muitos deles, mal remunerados frequentemente deixam o funcionário com sentimento de desamparo e vulnerável à todo tipo de enfermidades. Trabalhos onde se tem de engolir sapos o dia inteiro elevam o níve lde absenteísmo decorrente da insatisfação profissional, da desvalorização pessoal e promovem o surgimento de doenças reduzindo drasticamente o índice de produtividade.

Tudo o que ameaça a vida gera um estresse positivo e por conseqüência uma resposta adaptativa com taquicardia, concentração aguçada e estado de alerta sem que isso seja considerado maléfico para o indivíduo em um primeiro momento. No entanto, se o agente estressante permanece atuando, o corpo entra em um estágio de esgotamento a estímulos permanentes e excessivos. Trocando em miúdos, o que isso quer dizer? Que muitas doenças são decorrentes de estresse e tensão do ambiente de trabalho gerando queda de cabelo, falhas de memória, insônia,gastrite, artrose, hipertensão, problemas no coração, na tireóide, além de fobias, depressão e quadros de pânico. Fases que requerem ajuda psicológica. Do ponto de vista científico quando o estresse chega à etapa de quase exaustão o sujeito encontra-se em seu momento crítico, pois é a fase clínica, quando o tratamento inevitavelmente se faz necessário.

Os fatores psicológicos geradores de estresse devem ser considerados pelas empresas em seus programas de treinamento. Novos procedimentos devem ser adotados para lidar com o estresse gerado por clientes nervosos e, principalmente, promover um clima favorável e de confiança no meio de trabalho.

Paradoxalmente o desemprego é um dos fatores mais estressantes ao mesmo tempo em que pessoas empregadas agüentam muita coisa por medo de perder o emprego.

E se no seu local de trabalho o chefe não está nem aí e você não encontra uma solução no momento? O mais seguro é que sejam desenvolvidos recursos internos para lidar com um ambiente difícil, conflituoso e estressante ao mesmo tempo em que procura outra colocação no mercado de trabalho. Difícil? Pode ser. Mas a busca de alternativas além de criar estímulo para suportar a situação irá favorecer um novo horizonte e, sobretudo, é a melhor saída para que o brejo seja definitivamente desocupado.

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